quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Túnel do Tempo

Túnel do tempo
Olá leitores do nosso blog esse texto veio pra falar para vocês como eram as características naquele tempo como vocês sabem ou não Ouro Preto-MG já foi capital e era uma cidade grande na época ela tinha mais habitantes que São Paulo e Rio de Janeiro, pelo fato de que a mineração estar bem concentrada por lá, e também outras cidades de grande importância como Congonhas lá é onde se concentram muitas obras de Aleijadinho, e também Mariana onde nós fizemos um ótimo passeio de Maria Fumaça.

Características Urbanas
Os sobrados ou as casas térreas eram edificados ao nível do chão e apresentavam aspecto uniforme, construídas sobre o alinhamento das ruas e paredes laterais sobre os limites dos terrenos. Os lotes eram com testada de cerca de 10 metros e com grande profundidade. Os monumentos religiosos normalmente eram implantados em lugares altos, facilmente visualizados.

Características Arquitetônicas

A produção arquitetônica era realizada pela mão-de-obra escrava, que utilizava técnicas de construção primitivas.
Nas casas mais simples as paredes eram de pau-a-pique e adobe e nas residências mais importantes fazia-se uso de pedra e barro, e raramente tijolo, pedra e cal. A cobertura era feita com telhas de barro em duas águas.
Os pisos das edificações eram diferenciados conforme a classe social, no sobrado eram assoalhados e na casa térrea era de chão batido. Da mesma forma, as residências de famílias de burgueses era decorada com azulejos nas paredes, mais usualmente utilizavam tons de azuis ou amarelos.

Religião no Brasil colonial

A prática religiosa no Brasil, enquanto colónia portuguesa apresentava várias faceta consoante a proveniência cultural e étnica de cada um dos povos. Os colonos, portugueses trouxeram consigo o Cristianismo e com eles a prática evangélica. Os escravos africanos, provenientes de diversas regiões de África, chegaram com os seus sistemas religiosos animistas. Porém, alguns grupos de escravos professavam o islamismo. Quanto aos indígenas, estes viviam segundo uma crença religiosa xamanista. A missionação e a miscigenação das populações e das crenças por elas seguidas resultaram em novas práticas religiosas como o Catimbó e o Candomblé, que subsistiram até aos dias de hoje.
A igreja era o centro da vida social em que a religiosidade se encontrava indissociável da vida quotidiana. Na igreja, a que se ia mais de uma vez ao dia, possibilitavam-se os encontros, as trocas de novidades e os arranjos matrimoniais. As festas do calendário litúrgico, as procissões, as cerimónias religiosas que marcavam a vida do cristão, as missas, as confissões e os cânticos, bem como as práticas de caridade cristã, pautavam a vida dos colonos.

Interior da Basílica do Senhor Bom Jesus dos Matosinhos





Culinária brasileira

Junte as influências dos escravos que vieram da África, a cultura indígena dos povos que já moravam aqui e as novidades que os europeus trouxeram quando chegaram ao Brasil; misture com os ingredientes típicos dessas terras: está pronta a culinária brasileira, um legítimo caldeirão de sabores.
Muitas das técnicas de preparo e ingredientes são de origem indígena, com diversas adaptações por parte dos escravos e dos portugueses. Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais.
Os escravos trazidos ao Brasil desde fins do século XVI somaram à culinária nacional elementos como o azeite-de-dendê e o cuscuz. As levas de imigrantes recebidas pelo país entre os séculos XIX e XX, vindos em grande número da Europa, trouxeram algumas novidades ao cardápio nacional e concomitantemente fortaleceu o consumo de diversos ingredientes.
A alimentação indígena tinha como alicerce a mandioca, na forma de farinha e de beijus, mas também de frutas, pescado, caça, milho, batata e pirões e, com a chegada dos portugueses, do inhame trazido da África.
Todos os povos indígenas conheciam o fogo e o utilizavam tanto para o aquecimento e a realização de rituais quanto para preparar os alimentos. As principais formas de preparo da carne eram assá-la em uma panela de barro sobre três pedras (trempe), em um forno subterrâneo (biaribi), espetá-la em gravetos pontudos e colocá-la para assar ao fogo — de onde teria vindo o churrasco do Rio Grande do Sul — colocá-la sobre uma armação de madeira até ficar seca para que assim pudesse ser conservada.
Canjiquinha com costela

Torresmo
Queijo minas
Doce de leite
A escravidão no período colonial
-No Brasil, escravidão começou no século XVI. Os colonos portugueses escravizaram os índios e também foram para suas colônias na África e trouxeram os negros para trabalharem nos engenhos de açúcar da região Nordeste.                                                                                                 
- Os escravos trabalhavam nas minas de ouro
 -Nos engenhos e nas minas, os escravos estavam sujeitos a vários perigos. 
-A maioria dos escravos recebia péssimo tratamento. Comiam alimentos de péssima qualidade, dormiam na senzala e recebiam castigos físicos.
 -O transporte dos africanos foi por meio de navios em péssimas condições e muitos até morreram antes de chegar ao Brasil.
 -Os comerciantes de escravos vendiam os negros como se fossem mercadorias.
 -Eles foram proibidos de praticar sua religião e continuar com a cultura africana, mais muitos faziam isso escondido.
 -As mulheres também foram escravizadas e seus filhos também tinham que trabalhar por volta dos oito anos de idade.
-Muitos escravos lutaram contra esta situação e ocorreram revoltas em muitas fazendas. Muitos escravos fugiram para formarem quilombos, onde podiam viver de acordo com sua cultura.
-A escravidão acabou no Brasil no ano de 1888, após a decretação da Lei Áurea.

Pelourinho, Minas Gerais. Onde escravos e pessoas que desobedeciam as leis, eram penalizados.

Artesanato
       Na região de Minas Gerais, no Brasil colonial o artesanato era muito voltado para a escultura em pedra sabão, pedra macia boa para fazer esculturas.
Agora veja nós, os alunos do Santo Elias, tentando dar uma de Aleijadinho.




Grupo do Caio

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